sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Missões do Grupo de Oração Resgate e Cenáculo Mariano

Nesses últimos dias o Grupo de Oração e o Cenáculo Mariano realizaram uma semana missionária para torna o Evangelho do Senhor Jesus muito mais conhecido em nossa cidade.
No dia 10 de janeiro a missão foi na Comunidade de Machadinho, no dia 11 foi na Rua Édson  Álvares, no dia 12 foi na Comunidade Santa Terezinha, no dia 13 foi na Comunidade da Chã do Vento, no dia 14 foi na Comunidade de Laranjeiras, no dia 17 foi na Rua Antonio Emídio Barbosa Gomes e no dia 18 foi na Rua Santa Luzia (antigo matadouro).
Muitas pessoas participaram conosco desta missão, muitas casas foram visitadas e as pessoas dessas famílias saiam em procissão até a casa do outro vizinho onde também ia-se rezar um mistério do Santo Terço.
Foram momentos de muita fé e alegria, pois anunciavamos a Boa Nova do Senhor Jesus, vejam as fotos desta missão evangelizadora:



















sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A Luta Contra o Pecado

Esse mal nos escraviza e nos separa de Deus Fazer a vontade de Deus é, antes de tudo, lutar contra os nossos pecados; pois eles nos escravizam e nos separam de Deus. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado: "Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro" (CIC § 1488).

São palavras fortíssimas que mostram que não há nada pior do que o pecado. Por outro lado, o Catecismo afirma que ele é uma realidade.O pecado está presente na história dos homens. Tudo o que há de mau na história do mundo é consequência do pecado, que começou com Adão e que continua hoje com seus filhos.

Toda a razão de ser da Encarnação do Verbo foi para destruir, na Sua carne, a escravidão do pecado. O demônio escraviza a humanidade com a corrente do pecado. Jesus veio exatamente para quebrar essa corrente. Com a Sua Morte e Ressurreição triunfante, Cristo nos libertou das cadeias do pecado e, pela Sua graça, podemos agora viver uma nova vida. São João deixa bem claro na sua carta: “Sabeis que Ele se manifestou para tirar os pecados” (1Jo 3,5). “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou, para destruir as obras do diabo” (1 Jo 3,8).

Essa “obra do diabo” é exatamente o pecado, que nos separa da intimidade e da comunhão com Deus, e nos rouba a vida bem aventurada. Com a sua morte e ressurreição triunfante, Jesus nos libertou das cadeias do pecado e, pela sua graça podemos agora viver uma nova vida. É o que São Paulo ensina na carta aos colossences: “Se, pois, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus” (Col 3,1).

Aos romanos ele garante: “Já não pesa mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. A Lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te libertou da lei do pecado e da morte” (Rm 8,1). Aos gálatas o Apóstolo diz: “É para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei firmes, portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão” (Gl 5,1).

Assim como a missão de Cristo foi libertar o homem do pecado, a missão da Igreja, que é o Corpo místico do Senhor, a Sua continuação na história, é também a de libertar a humanidade do pecado e levá-la à santificação. Fora disso a Igreja se esvazia e não cumpre a missão dada pelo Senhor. A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (cf. Mc 2, 7), Ele enviou o Seu Filho para salvar o povo d'Ele dos seus pecados. Por tudo isso, o mais importante para o cristão é a luta contra o pecado; se preciso for “chegar até o sangue na luta contra o pecado” (cf. Hb12,4).

Site: www.cancaonova.com - Profº. Felipe Aquino

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

25 Anos de Sacerdócio do Padre Limacedo

Neste último domingo dia 09 de janeiro de 2011, a Paróquia do Divino Espírito Santo de Paudalho, celebrou o primeiro dia do tríduo em ação de garças a Deus pelos 25 anos do aniversário sacerdotal do Padre Limacedo. Durante os 3 dias do tríduo, os animadores litúrgicos serão as paróquias por onde o Padre Limacedo já foi pároco. 
A nossa Paróquia de São Sebastião foi convidada a participar e animar a celebração do dia 09 de janeiro, seguida da Paróquia de Limoeiro que foi no dia 10 e a Paróquia de Vertentes que encerrou a festa no dia 11 deste mês.
Foi uma linda celebração, muitas pessoas da nossa paróquia se fizeram presente e várias pessoas de Paudalho prestigiaram o tão querido Padre Limacedo. A Celebração Eucarística foi presidida pelo nosso pároco Padre Fernando e co-celebrada pelo Padre Lima, o mesmo encerrou a celebração com a benção do Santíssimo Sacramento.
Vejam as fotos da Santa Missa:















sábado, 8 de janeiro de 2011

Estamos com a Igreja, que tem a Eucaristia

 A Igreja é apostólica porque vem dos apóstolos: é a continuação deles. Ela traz a sucessão apostólica. Os nossos bispos não se tornaram bispos porque quiseram, por própria vontade, como acontece em outras igrejas, denominações e seitas. O bispo de sua diocese é um sucessor dos apóstolos. A Igreja Católica conserva a sucessão apostólica. Desculpe a rudeza da expressão: os nossos bispos não são aventureiros que lançaram mão do título de bispo, mas eles foram escolhidos por aquela que Jesus chamou “a minha Igreja” para realizar a sucessão apostólica. É um tesouro que nos pertence: só a Igreja Católica tem a sucessão apostólica. Por isso ela é “apostólica”.

É com essa Igreja una, santa, católica e apostólica que estamos. Com a Igreja que Jesus fundou em Pedro, dizendo: “Tu és Pedro e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja”.

É importante que você renove a fé nessa Igreja, agora:

É com essa Igreja que quero ficar; essa Igreja que tem a Eucaristia, que tem a sucessão dos apóstolos, e que, portanto, tem a doutrina de Jesus que foi passada por intermédio deles, dos bispos, e por meio daquele que é o continuador de Pedro, o Papa. Creio nessa Igreja una, santa, católica e apostólica. Agradeço, Senhor, porque construíste a Tua Igreja sobre a pedra, que é Pedro e sobre as doze pedras que são os Teus apóstolos. Muito obrigado, Senhor, porque é nessa Igreja que estou e haverei de estar até o fim. Amém!

Deus abençoe você!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Epifania do Senhor Jesus


A Epifania é uma das festas liturgias mais antigas, mais antiga mesmo que o Natal. Começou a ser celebrada no Oriente, no século III e foi adotada no Ocidente durante o século IV . Palavra grega que às vezes é usada como nome de pessoa, significa 'manifestação', pois o Senhor se revelou aos pagãos, na pessoa dos magos. Três mistérios acostumou-se a celebrar nesta única festa, por ser tradição antiquíssima: a adoração dos magos, o batismo de Cristo por São João Batista, e o primeiro milagre das bodas de Caná.Para nós Ocidentais a Epifania é popularmente o dia dos reis magos.

Precisamente nesta adoração os santos padres viram a aceitação da divindade de Jesus Cristo pelos povos pagãos. Os magos souberam utilizar seus conhecimentos - em seu caso a astronomia de seu tempo – para descobrir o Salvador, prometido por meio de Israel para toda a humanidade. Os orientais chamavam 'magos' os seus doutores.Na língua persa, significa 'sacerdote'.

Melchior, Balthasar e Gaspar eram seus nomes. Ofereceram substâncias preciosas, onde a tradição quis ver o reconhecimento implícito da realeza messiânica de Cristo (ouro), sua divindade (incenso) e sua humanidade (mirra).
A Epifania, como expressa a liturgia, antecipa nossa participação na glória da imortalidade de Cristo, manifestada em uma natureza mortal como a nossa. É, pois, uma festa de esperança que prolonga a luz do Natal.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Oração de Entrega do Ano nas Mãos de Jesus e da Virgem Maria

Chegou o ano novo tão esperado, planos, sonhos, metas, tudo de bom, que queremos para nós e para nossos irmãos, um mundo melhor, uma vida nova. Como dizia o poeta Carlos Drumonnd de Andrade: “Há um ano novo cochilando dentro de nós, vamos desperta-lo”! Deixamos com certeza muitas coisas para trás, coisas velhas e erros que não queremos mais cometer.

Magnificat (Lc 1, 46-56)
“Minha alma glorifica o Senhor,
Meu espírito exulta de alegria
Em Deus, meu salvador,
Porque olhou para sua pobre serva.
Por isso, desde agora,
Me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
Porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso
E cujo nome é Santo.
Sua misericórdia se estende, de geração em geração,
Sobre os que o temem.
Manifestou o poder do seu braço,
Desconcertou os corações dos soberbos.
Derrubou do trono os poderosos
E exaltou os humildes.
Saciou de bens os indigentes
e despediu de mãos vazias os ricos.
Acolheu a Israel, seu servo,
Lembrado da sua misericórdia,
Conforme prometera a nossos pais,
Em favor de Abraão e sua prosteridade, para sempre”.

Desde o principio do ano devemos comprometer-nos a viver essa consagração ao Imaculado Coração de Maria, fazendo de Nossa Senhora a Mãe a Dona de nossa vida e oferecendo, cada manhã, nossas obras a seu amor de Mãe, simbolizado em seu Imaculado Coração.

Ato de entrega a Virgem Maria: Ó Virgem Maria intercedeste na festa daquele casamento em Caná da Galileia, confiante entrego sobre o olhar cuidadoso de Maria todo este Ano Novo que se inicia. Minha saúde, meu trabalho, as pessoas com quem vou me encontrar no decorrer deste ano, minhas dificuldades e problemas, minhas decisões, meus planos e projetos, minha família, amigos e até aqueles que não gostam de mim, pois quero fazer a Vontade de Deus como Tu fizeste. Entrego nas Tuas mãos Imaculadas as chaves de tudo que irei fazer, livra-me de todo mal, físico e espiritual e não me deixes cair no pecado, mas conduzi-me sempre na graça de Deus, guardai-me, defendei-me como coisa e propriedade vossa. O Espírito Santo é o Vinho Novo que nos veio por Jesus na intercessão de Maria. Enche-nos Senhor com a Paz e os sete dons do Teu Espírito: a Sabedoria, a Ciência, o Discernimento e a Inteligência, o dom do conselho, da Piedade e do Temor de Deus, pois neste ano novo quero ser como Maria conduzida em tudo pelo Espírito Santo. 
 
“Tudo por Jesus nada sem Maria”!
Benção de Ano Novo (Nm 6, 24-26)
“O Senhor te abençoe e te guarde!
O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!
O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz”!

FELIZ ANO NOVO, VIDA NOVA!!!

Artigo retirado do site: www.cancaonova.com/padreluizinho

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Sagrada Família

A realidade dominante do que terá sido a vida de Jesus, Maria e José em sua pequena cidade de Nazaré, onde José exerceu a profissão de carpinteiro, foi a simplicidade. Se bem que de descendência ilustre, por parte de seus antepassados - pois descendia do rei David – a Sagrada Família levava uma vida modesta, em meio a uma numerosa parentela, constituindo um lar nem pobre, nem rico, ganhando o pão de cada dia com o suor de seu rosto, respeitando as leis administrativas e sociais de seu povo. No ritmo da oração comunitária na sinagoga, os ritos e as numerosas festas religiosas do judaísmo (onde, entre outros, o rito da circuncisão, a festa das Tendas, a peregrinação ao templo de Jerusalém), a vida de oração da Sagrada Família era, exteriormente, a de todo bom israelita praticante daquela época.

Portanto, por trás da modéstia deste comportamento respeitoso dos usos e costumes de sua cultura, a Sagrada Família vivia uma realidade tão grandiosa que apenas o silêncio  e a discrição poderiam assegurar, ao Lar de Nazaré, a serenidade necessária ao desenvolvimento do plano de Deus, o nascimento do Messias, tão esperado pelo povo hebreu, depois de tantos séculos.  Serenidade também para zelar pela infância e adolescência de Jesus, o Cristo Salvador do mundo,  até que ele alcançasse sua plena maturidade de homem e pudesse iniciar sua vida pública e a pregação de seu Evangelho.
Foi efetivamente na humilde morada de Nazaré que começaram a se desenrolar, entre os membros da Sagrada Família, as primeiras páginas do Novo Testamento que o Céu, em seu Verbo, se fez carne e veio se doar aos homens, por amor  e pela salvação de todos.
O testemunho do Cristo e de seus pais demonstra, também, o imenso resplendor que pode atingir uma vida familiar comum, vivenciada em Deus, na simplicidade e num grande amor compartilhado.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Natal do Senhor Jesus

Enquanto adoramos o nascimento de nosso Salvador, celebramos também o nosso nascimento.
Efetivamente, a geração de Cristo é a origem do povo cristão o Natal da Cabeça é também o natal do Corpo.
Embora cada um tenha sido chamado num momento determinado para fazer parte do povo do Senhor, e todos os filhos da Igreja sejam diversos na sucessão dos tempos, a totalidade dos fiéis, saída da fonte batismal, crucificada com Cristo na sua Paixão, ressuscitada na sua Ressurreição e colocada à direita do Pai na sua Ascensão, também nasceu com ele neste Natal.
Todo homem que, em qualquer parte do mundo, acredita e é regenerado em Cristo, liberta-se do vínculo do pecado original e, renascendo, torna-se um homem novo. Já não pertence à descendência de seu pai segundo a carne, mas à linhagem do Salvador, que se fez Filho do homem para que nós pudéssemos ser filhos de Deus.
Se ele tivesse descido até nós na humanidade da natureza humana, ninguém poderia, por seus próprios méritos, chegar até ele.
Por isso, a grandeza desse dom exige de nós uma reverência digna de seu valor. Pois, como nos ensina o santo Apóstolo, nós não recebemos o espírito do mundo, mas recebemos o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos os dons da graça que Deus nos concedeu (1 Cor 2,12). O único modo de honrar dignamente o Senhor é oferecer-lhe o que ele mesmo nos deu.
Ora, no tesouro das liberalidades de Deus, que podemos encontrar de mais próprio para celebrar esta festa do que a paz, que o canto dos anjos anunciou em primeiro lugar no nascimento do Senhor?
É a paz que gera os filhos de Deus e alimenta o amor; ela é a mãe da unidade, o repouso dos bem-aventurados e a morada da eternidade; sua função própria e seu benefício especial é unir a Deus os que ela separa do mundo.
Assim, aqueles que não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus mesmo (Jo 1,13), ofereçam ao Pai a concórdia dos filhos que amam a paz, e todos os membros da família adotiva de Deus se encontrem naquele que é o Primogênito da nova criação, que não veio para fazer a sua vontade daquele que o enviou. Pois a graça do Pai não adotou como herdeiros pessoas que vivem separadas pela discórdia ou oposição, mas unidas nos mesmos sentimentos e no mesmo amor. É preciso que tenham um coração unânime os que foram recriados segundo a mesma imagem.
O Natal do Senhor é o natal da paz. Como diz o Apóstolo, Cristo é a nossa paz, ele que de dois povos fez um só (cf. Ef 2,14); judeus ou gentios, em um só Espírito, temos acesso junto ao Pai (Ef 2,18). 
Em nossa Igreja Matriz de São Sebastião a Solenidade do Natal do Senhor Jesus foi celebrada as 21:00h e contou com um grande número de pessoas, o qual, tornaram ainda mais bonita esta celebração eucarística. Todos se emocionaram com a entrada da imagem do Menino Jesus que ocorreu na momento em que se cantava o Hino do Glória, sendo anunciado pelos sinos da nossa igreja.
Veja as fotos deste momento tão bonito em nossa paróquia: