segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Festa de Nossa Senhora das Dores - Padroeira da Comunidade da Chã do Vento

A Comunidade da Chã do Vento, vivenciou a festa em honra de sua padroeira que é Nossa Senhora das Dores, a mesma aconteceu nos dias 14 à 17 de setembro.
No dia 14 foi a abertura da festa com a procissão da Bandeira de Nossa Senhora, que saiu da Comunidade de Laranjeiras onde a madrinha reside. Foi muita linda essa procissão e também muito participativa por vários irmãos que moram nesta comunidade. 
No dia 15 que é a data oficial dedicada a Nossa Senhora das Dores, foi cantado o Pranto de Nossa Senhora em memória das dores que a Virgem Santíssima sentiu em ver seu filho Jesus morrer por nossa salvação.
No dia 16 foi dedicado aos romeiros da Mãe das Dores, que todos os anos se dirigem ao Juazeiro do Norte para visitar o Santuário da Senhora das Dores e a residência do Padre Cícero, durante uma caminhada que foi realizada muitos dos romeiros cantavam os cantos "benditos" que são cantados em meio as romarias que são feitas todos os anos.
O encerramento da festa foi no dia 17, último sábado. A procissão do andor com a imagem de Nossa Senhora saiu da Capela de São João Batista (Cohab) dirigindo-se até o alto da Chã do Vento onde se localiza a Capela da Mãe das Dores.
Todos os dias pela manhã, exatamente às 05:00h, rezava-se na capela o santo Ofício da Imaculada Conceição e muitas pessoas da comunidade se faziam presente nesses momentos. O Padre Joaquim (nosso pároco) presidiu todas as Celebrações Eucarísticas do Tríduo, inclusive nos dias 15 e 16 fez uma exposição do Santíssimo Sacramento e terminou a celebração do a benção do Santíssimo.
Vejamos as fotos desta linda festa:


Abertura da Festa


























2º Noite do Tríduo









3ª Noite do Tríduo - Dedicada aos Romeiros













Dia da Festa 




























terça-feira, 13 de setembro de 2011

Como Interpretar a Bíblia de Forma Justa

Neste mês de setembro, mediante a proposta da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os católicos são convidados a traçar um itinerário de fé, tendo em mãos as Sagradas Escrituras. A Palavra de Deus que foi escrita há quase 2.800 anos em ambientes sócio-culturais completamente distintos, possui um sentido tão profundo, que por vezes, ultrapassa aquilo que está escrito. 
O cuidado com a interpretação da Bíblia e a aplicação do Evangelho de modo concreto em nossa vida, são atitudes fundamentais que devem brotar durante o contato com os textos sacros, segundo orientação da própria Igreja Católica. O biblista da Diocese de São José dos Campos (SP), Padre Alexandre Barbosa, explica como a Igreja orienta seus fiéis quanto à assimilação dos textos bíblicos.
“O leitor orante das Sagradas Escrituras deve meditá-la de modo condizente aos seus dois sentidos. Um texto bíblico tem sempre um sentido literal, histórico e cultural. A interpretação amorosa e cuidadosa deve levar isso em conta para não fazer uma interpretação fundamentalista, que seria o suicídio do pensamento. O segundo sentido das Escrituras, como não podia deixar de ser, é espiritual: às vezes um texto e sua meditação podem ser de caráter moral (mudança de comportamento, postura) ou nos dar esperança no futuro diante dos sofrimentos do tempo presente”, ressaltou.
Quem nunca se pegou perdido diante dos livros do Antigo Testamento, os quais são repletos de símbolos e fatos que muitas vezes nos levam a questionar o real sentido dos acontecimentos que têm como protagonistas os patriarcas e profetas? O Papa Bento XVI chega a afirmar na exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini que o cristianismo não é a religião do livro, mas de uma pessoa, Jesus Cristo.
“Os cristãos devem ler e meditar as sagas e missões dos patriarcas, profetas e heróis bíblicos com os óculos do Novo Testamento, à luz dos evangelhos e das cartas. Assim Jesus fez: leu e interpretou a Bíblia Hebraica (o Antigo Testamento) a partir dele mesmo. Os Apóstolos leram o Antigo Testamento a partir de Jesus Cristo. Paulo fez o mesmo e suas cartas são por vezes uma interpretação do Antigo Testamento sob o crivo de Cristo, do encontro dele com Jesus.A Bíblia em geral, e o Antigo Testamento em particular, só encontra sentido lendo-os com Cristo, por Cristo e em Cristo", explica Padre Alexandre.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Setembro: Mês da Bíblia

Inicia-se o mês de Setembro, um mês carregado da alegria da primavera e como centro das atenções, nas comunidades, a Bíblia. Há 40 anos este é dedicado a Bíblia.
A Bíblia é o livro nosso de todo dia. Uma das marcas mais significativas das nossas comunidades, tem sido a recuperação da Bíblia como o livro da caminhada. São inúmeras as iniciativas para que a Palavra seja conhecida. Mesmo assim, é importante dedicar o mês de setembro, para intensificar o estudo e a celebração da Palavra de Deus, da Escritura Sagrada. É como se a primavera aflorasse os corações daquelas e daqueles que amam a Bíblia.
O mês da Bíblia surgiu em 1971, por ocasião dos 50 anos da Arquidiocese de Belo Horizonte, juntamente com o Serviço de Animação Bíblica/Paulinas (SAB/Paulinas), sendo posteriormente assumido como um projeto de Evangelização, pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB), abrangendo o âmbito nacional e também outros países da América Latina.
Cada ano é escolhido para o aprofundamento, um tema ou um livro Bíblico, tendo presente a Campanha da Fraternidade ou algum evento relevante para a caminhada da Igreja.
Neste ano de 2011, a proposta é o estudo de alguns capítulos do Êxodo, a saber, Ex 15,22-18,27, tendo presente o Itinerário da Missão Continental, nessa caminhada de seguimento como discípulos (as) e missionários (as) e o aprofundamento sobre a Iniciação à Vida Cristã. O tema é: Travessia: passo a passo, o caminho se faz e o lema é: Aproximai-vos da presença do Senhor – Ex 16,9.
O Êxodo é um dos eventos fundantes de Israel e fundamental para a fé bíblica. É um acontecimento que perpassa a Bíblia e que nos indica, a cada momento, a ação libertadora de Deus, em favor do seu povo e a certeza de sua presença constante, nos inúmeros êxodos da nossa vida. Portanto, estudá-lo é retornar às nossas origens, é reafirmar em nosso interior a fé num Deus que conhece e escuta o clamor do povo, vê sua aflição e desce para libertá-lo.
Esperamos que você, sua família e a comunidade possam percorrer essa aventura e continuar abraçando, com maior garra, esse processo de adesão ao projeto de Deus-Trindade. E assim, enfrentar criativamente os desafios e, com generosidade e perseverança, ser sementes proféticas de transformação.
Vejam as fotos de abertura do Mês da Bíblia em nossa paróquia: